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Tendências para mobilidade em 2012

28dezembro


Assim como já ocorrera em 2011, o tema mobilidade deve liderar o ranking das tendências tecnológicas e os investimentos pelas organizações. Muito além do gerenciamento de dispositivos e da consumerização, as empresas vão sentir a força do social e do móvel. As pessoas hoje têm uma experiência de mobilidade cada vez maior fora do seu ambiente de trabalho, tendo acesso a conteúdo de interesse próprio e redes sociais de seus dispositivos móveis a qualquer hora e onde quer que estejam. Agora elas querem ter essa mesma facilidade para trabalhar. As empresas deverão tirar proveito dessa mudança de comportamento para os negócios, voltando suas estratégicas tecnológicas às aplicações  neste novo ambiente de mobilidade.

O e-commerce também deve se tornar mais social e móvel. Após investir em ferramentas para medir o comportamento do usuário, o comércio social e móvel crescerá, podendo representar entre 20 e 30% de todas as transações do comércio eletrônico. Os dispositivos estão cada vez mais avançados e as pessoas estão cada vez menos dispostas a esperar para realizar suas compras através do computador.

A publicidade e as apostas móveis serão incentivadas devido à realização das Olimpíadas de Londres, contribuindo para a decolagem da tecnologia NFC.

Outro destaque irá para os acessos multiplataformas. É cada vez mais comum a utilização de outros meios de comunicação enquanto se assiste TV. Estima-se que 80% dos norte-americanos usuários de internet móvel a acessam enquanto assistem televisão, sendo que 36% buscam informações à partir de anúncios assistidos.

No entanto, a informação mais preciosa é que as empresas entendam a simplicidade como algo obrigatório em suas aplicações, garantindo uma experiência otimizada aos usuários.

Fontes: Digital Stats, IDG, Juniper e TDec.

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Mobile Trends & Mobile Business

Olimpíadas de Londres/2012 será a primeira a beneficiar-se da era móvel

21dezembro

Londres sediou as Olimpíadas de 1948 e, naquele tempo, a grande inovação tecnológica era o rádio. Agora em 2012, a cidade quer ser o palco do evento mais conectado de todos os tempos, com uma rede de internet ultra-rápida, farto uso de mobilidade e 100% de transmissão televisiva de alta definição.

Estima-se que Londres receberá cerca de 5,3 milhões de visitantes durante a realização dos Jogos Olímpicos de 2012, sendo que pelo menos 30% destas pessoas carregará consigo um smartphone. Existe inclusive uma preocupação com relação à rede 3G do Reino Unido, considerada sobrecarregada. A pressão é para que nada dê errado nem por poucos segundos. Uma falha de 10 segundos, por exemplo, foi mais do que o tempo necessário para o jamaicano Usain Bolt vencer a tradicional prova de 100 metros rasos, nos Jogos de Pequim, quando conseguiu o inesquecível tempo de 9,69 segundos.

Para isso, já foram iniciados uma série de investimentos em rede WiFi, apontada como uma solução a curto prazo para os Jogos Olímpicos e de longo prazo para a cidade, para tirar um pouco da pressão sobre as redes 3G. Todas as paradas de ônibus e estações deverão ser equipadas até o início das Olimpíadas. Pela primeira vez o público poderá fazer e postar vídeos instantaneamente nas redes sociais, já que na China, em 2008, havia restrições ao uso da internet. Além disso, em Pequim 80% dos celulares eram usados principalmente para conversar com pessoas e as mídias sociais não tinham a força de hoje. O Facebook, por exemplo, saltou de 100 milhões para 750 milhões de usuários.

Visando aproveitar este público, agências especializadas em mobile marketing já começam a planejar campanhas junto a seus clientes, visando aproveitar o evento. Coca-Cola, Adidas, GE e Visa são alguns exemplos de marcas que prometem novidades para o ano de 2012, evidenciando uma tendência a ser seguida.

A Coca-Cola, assim como ocorrido na Copa do Mundo da África em 2010, lançará uma campanha especial para os Jogos. “Move to the beat” procurará inspirar os jovens ao redor do mundo a se engajarem na campanha. O elemento principal será um hino, que será usado em comerciais de TV, plataformas digitais e mobile durante os jogos. A Adidas também já se manifestou sobre o assunto, prometendo a apresentação de um site móvel e aplicativos para diversas plataformas com o tema.

Na América Latina, o Terra, canal oficial de internet da Olimpíada de Londres de 2012, anunciou recentemente que fará a primeira transmissão da história dos Jogos Olímpicos para dispositivos móveis. Ao todo, serão quatro canais transmitindo ao vivo para tablets e smartphones. Outros recursos também serão disponibilizados, tais como: estatísticas, galeria de fotos, notícias e vídeos.

Fontes: BT Group, Mobile Squared, Revista Exame, Terra e The Next Web.

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Mobile Trends & Mobile Business, Sem categoria

78% do público CDE deseja acesso móvel à web

14dezembro

Em pesquisa realizada no Brasil, com jovens entre 14 e 24 anos, cuja renda familiar não ultrapassa R$ 3.181,00 mensais, foi apontado que a internet via celular é a função mais desejada pelas classes C, D e E. Quando perguntado sobre quais funções gostariam de ter no celular caso tivessem um aumento de R$ 500,00 na renda familiar mensal, 78% dos entrevistados apontaram que gostariam de se conectar à internet.

Hoje, o recurso mais utilizado ainda é o da câmera para tirar fotos, mas 35% dos usuários com esse perfil já acessam a internet via dispositivos móveis.

Em um país onde a telefonia é majoritariamente pré-paga, a tendência é que o mesmo ocorra com as conexões 3G.

Fontes: Folha de São Paulo, Plano CDE

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Apps, Keep Watching

O Melhor Aplicativo de 2012

08dezembro

Hello Little Printer, available 2012 from BERG on Vimeo.

Essa semana na I.ndigo a gente já escolheu o melhor aplicativo de 2012, pelo menos até agora.

Mais que um aplicativo, o Little Printer é um app+gadget que vai ser lançado só em 2012. É uma micro impressora que se conecta à web e, configurada através de um aplicativo, imprime todo o dia uma variedade de utilidades e inutilidades que vão melhorar o seu dia, vale conferir no vídeo.

O aplicativo impressiona não só pela criatividade e simplicidade, mas também por ser mais um belo exemplo da capacidade do mobile se integrar com (e potencializar) outros meios de comunicação.

Alguns dos apps já integrados com o app do Little Printer são, Nike Plus, The Guardian,  Google Calendar, Foursquare, e já conseguimos até imaginar outros que virão. Por aqui as apostas já começaram e, os apps que vendem tickets estão na frente, e você o compraria o Little Printer? Para o que você acha que iria utilizá-lo?

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Mobile Trends & Mobile Business

Uma nova maneira de assistir TV

06dezembro

Não é de hoje que a internet vem mudando a forma como assistimos TV. Desde o surgimento dos primeiros laptops isso tornou-se uma prática comum entre os usuários. Com o surgimento e popularização dos tablets e smartphones isso tornou-se ainda mais frequente. Enquanto assistem aos programas, as pessoas compartilham comentários nas redes sociais sobre o que estão assistindo, buscam informações, procuram páginas relacionadas e ficam no chat com amigos, algo “semelhante” ao que acontecia antigamente, quando as famílias reuniam-se em suas salas para assistirem juntos a seus programas favoritos. Uma pesquisa realizada recentemente mostrou que quase 80% dos usuários adultos acessam à internet via dispositivo móvel enquanto assistem televisão. Destes, quase metade o faz todos os dias, mostrando que isso já virou um hábito para a maioria.

O que chamou a atenção foi a alta participação dos usuários durante eventos esportivos. Pelo menos um terço dos usuários declarou que não pode ficar longe de seus dispositivos neste momento. Outros destaques ficaram para reality shows, noticiários, programas de comédia e de culinária.

Essa tendência pode ser vista inicialmente como uma fonte de distração, mas por outro lado, ligam os anunciantes a um espectador menos passivo, apaixonado por conteúdo e disposto a segui-lo também em outros meios. Uma prova disso é que 36% dos usuários que acessam seus dispositivos enquanto assistem TV, buscam informações sobre comerciais ali vistos. Isso não sugere que a televisão está se tornando ultrapassada, mas vem apontar novas possibilidades de conteúdo, com uma nova audiência mais interativa, social e multitarefa. É preciso que os anunciantes comecem a pensar cada vez mais nesta “segunda tela”, através de sites móveis e/ou aplicativos atrativos e que envolvam cada vez mais os usuários.

Fontes: Nielsen e Razorfish

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App Forward, Apps

Hyvee for iPhone – by I.ndigo

30novembro

Curtis Stone presents Hyvve for iPhone by I.ndigo

Curtis Stone, astro de “Chef em domicílio” e “Top Chef: Masters”, apresenta mais um aplicativo da I.ndigo para iPhone.

Hyvee é uma rede de supermercados com mais de 200 lojas espalhadas pelos Estados Unidos. Agora, com o aplicativo iPhone seus clientes poderão:

- Visualizar as ofertas da sua loja favorita
- Localizar a loja mais próxima
- Montar e compartilhar sua lista de compras
- Localizar produtos dentro da loja (inclusive com comando de voz)
- Reportar produtos que estão esgotados
- Ter acesso a dezenas de receitas e adicionar os ingredientes à sua lista
- Comprar através do celular
- Acessar cupons de desconto e muito mais.

O ponto máximo do app está na localização de produtos dentro da loja, que pode ser feito inclusive através de comando de voz.

A customização do aplicativo conforme a loja favorita do usuário, é outra funcionalidade extremamente relevante e que costuma passar batida na maioria dos aplicativos.

Baixe o Hyvee para iPhone e nos diga o que você achou.

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Apps, Keep Watching

LEGO: Life of George

24novembro



O aplicativo lançado no mês passado une peças reais de LEGO e um jogo interativo para iPhone/iPod. Além de ser multi-player o que fez a gente gostar ainda mais do app.

george.lego.com

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Mobile Trends & Mobile Business

M-commerce em expansão

23novembro

Há poucos anos, as pessoas não imaginavam que a tecnologia móvel fosse expandir tão rapidamente. Muitos consideravam que a possibilidade de realizar compras e efetuar pagamentos utilizando os dispositivos móveis estaria num futuro distante. No entanto, com a grande popularização dos smartphones, o desenvolvimento da tecnologia de dados, o usuário já possui a conveniência de resolver muito de suas tarefas através do aparelho móvel e a exploração desses recursos está cada vez mais intensa.

Para se ter uma idéia, há previsões de que as compras on-line de bens e serviços feitas via dispositivos móveis devem atingir US$ 119 bilhões até 2015. Em alguns países o m-commerce já é uma realidade.No Japão, por exemplo, 50% de todas as transações digitais já ocorrem desta maneira. Nos EUA algo semelhante pode ser observado, porém em menor proporção, com 25% das transações realizadas dessa forma e forte adesão dos jovens, já que 2/3 dos americanos entre 18 e 34 anos realizam compras por meio de seus celulares sem qualquer desconfiança. A expectativa é de que essa adesão aumente para as compras de final de ano, já que 62% admitiram que incentivos móveis, tais como cupons, ofertas de descontos, alertas por texto, vales-presentes e planos de fidelidade poderiam levá-los a fazer compras por meio do dispositivo móvel.

No Brasil esse movimento ainda apresenta-se em desenvolvimento. Pode-se classificar o uso dos dispositivos como uma forte ferramenta de pesquisa e comparação, com 79% dos usuários utilizando-se dos dispositivos para busca de informações e valores de bens físicos ou digitais, mas não necessariamente para a compra final, apontando a falta de segurança das operações como principal impedimento para tal ação, algo a ser ponderado pelos pretendentes a este mercado. Nota-se a importância dos smartphones e tablets como acesso à internet e conteúdo. Com relação à segurança, esta desconfiança é considerada normal, uma vez que um fenômeno semelhante ocorreu no início do e-commerce no país. Hoje, 70% dos usuários afirmam sentir-se mais seguros para comprar na internet do que há dois anos. Este ano, 4 milhões de pessoas fizeram a sua primeira compra online, sendo que 61% pertenciam à classe C.

Apesar da insegurança inicialmente constatada, 20% dos consumidores da América Latina apresentam-se aptos para gastar mais do que 200 reais em compras móveis.

Referência no comércio eletrônico, 2% dos acessos ao Mercado Livre do Brasil já são realizados à partir deste tipo de dispositivo, o que representa 17 milhões de visualizações de página. Outro destaque vai para a aquisição de cupons em clubes de compras coletivas. No Brasil, usuários de iPhone são os que mais compram.

O segmento mobile brasileiro é marcado pela urgência no consumo e realização das atividades, dessa forma, o serviço deve ser reduzido à sua essência. A empresa que quiser obter sucesso neste novo segmento deverá combinar usabilidade perfeita com relações de confiança.

Fontes: ABI Research, e-bit, it Web, Mastercard, Mobile Entertainment Forum (MEF), Mobile Marketing Association (MMA), O2, Sybase 365 e W/McCann.

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Mobile Trends & Mobile Business

Dispositivos móveis forçam mutação das empresas

10outubro

Logo após o anúncio da primeira versão do iPhone, o New York Times divulgou uma pesquisa apontando um surpreendente resultado. Segundo o estudo, existia um grande número de pessoas de baixa renda comprando o aparelho, considerado caro. A explicação para isso se devia pelo fato de que o custo era pequeno se comparado com de um PC com serviço de internet, tornando-se uma opção de acesso, com uma velocidade razoavelmente boa e pagando não muito mais por mês do que já pagavam em seus celulares da época. Este mesmo fenômeno que aconteceu nos Estados Unidos no lançamento do primeiro iPhone está prestes a se repetir no Brasil, com o surgimento dos primeiro planos de internet móvel pré-paga, tornando-a mais acessível.

Este cenário de quatro anos atrás agora é parte de uma tendência, que deve impactar no desenvolvimento de conteúdo das empresas para a internet.

O relatório “Adoção e uso dos smartphones”, divulgado em julho de 2011 pela Pew Internet, apresentou um perfil dos usuários de smartphones nos Estados Unidos, tendo como principal objetivo a descoberta do motivo desta popularização.

A informação mais importante do estudo é a de que um quarto dos usuários de smartphones dependem exclusivamente destes dispositivos para ter acesso à internet. Além disso, descobriu-se que 35% dos adultos norte-americanos possui um smartphone, sendo que a maioria tem menos de 50 anos e renda inferior a 30 mil dólares anuais.



Quando perguntado qual dispositivo normalmente usa para acessar a internet, 25% dos usuários de smartphones disseram que na maioria das vezes prefere utilizar o seu telefone, mesmo muitos deles possuindo outras fontes de acesso.

A pesquisa evidencia um movimento que transformará os dispositivos móveis como meio principal de acesso à Internet no mundo, algo já real nos EUA.

É preciso que as empresas levem em conta esta tendência de acesso em telas menores ao projetarem seus sites corporativos e/ou aplicações móveis. Empresas atualizadas permitem interatividade facilitada a partir de smartphones e tablets. Quem não acompanhar esta tendência vai perder espaço.

Fazer um site ou aplicativo usáveis em um dispositivo móvel não é tão difícil, complicado é fazer algo que as pessoas realmente o queiram usar. O desafio está lançado!

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Mobile Trends & Mobile Business

Número de usuários 3G no Brasil é 5 vezes maior do que há 1 ano e meio.

06setembro

De acordo com dados divulgados esta semana no site da Anatel, referentes ao mês de julho de 2011, a quantidade de aparelhos 3G chegou à marca de 22,77 milhões de unidades ativas, alcançando 11,69% da população brasileira. Esta informação vem sinalizar um aumento de 456%, comparado às 4,09 milhões de unidades existentes ao final do mês de dezembro de 2009. É importante salientar que nestes números não estão inclusos os acessos 3G via modens.

A previsão, no início do ano era que, até o final de 2011, o total de aparelhos 3G chegasse a 35 milhões, o que representaria um aumento de 139,50% em relação a 2010.

Market Share – Plataformas Móveis 3G

Com relação às plataformas, o Brasil começa a acompanhar a tendência do mercado mundial e já tem o Android como plataforma mais utilizada, tendo 37,1% de participação no mercado nacional e 39% no global. O Symbiam, da Nokia, continua em segundo lugar dentro do Brasil, porém, com o tempo deve acompanhar a queda mundial e perder a posição para o iOS da Apple, que já possiu quase 10% do mercado.

Plataforma Brasil Mundo
Android OS 37,1% 39,0%
Apple iPhone OS 9,8% 28,0%
RIM Blackberry OS 5,1% 20,0%
Windows Mobile (Phone)
0,7% 7,9%
Palm/HP WebOS 0,1% 2,0%
Nokia Symbiam OS 35,0% 2,0%
Outros 12,2% 1,1%

Quantidade de Aparelhos 3G – Fonte: Anatel

2009 2010 jul/11 Mkt Share
Claro 573.346,00 6.825.088,00 9.241.248,00 40,57%
Vivo 1.737.931,00 4.425.754,00 7.245.101,00 31,81%
TIM 1.186.205,00 2.701.834,00 5.238.268,00 23,00%
Oi 569.780,00 630.773,00 1.017.448,00 4,47%
CTBC 23.241,00 29.857,00 34.870,00 0,15%
Outras menores* 156,00 589,00 1.096,00 0,005%
TOTAL 4.090.659,00 14.613.895,00 22.778.031,00

A liderança no setor continua sendo da Claro, com 40,57% de participação no mercado, mas vale ressaltar que a empresa que mais cresceu em 2011 foi a TIM, que conseguiu quase dobrar a quantidade de assinantes em apenas 7 meses, atingindo 5,23 milhões de usuários e 23% de participação do mercado. Vivo e Oi conseguiram manter um ritmo forte de crescimento, um pouco acima do próprio mercado, enquanto a Claro começa a mostrar indícios de que, ainda este ano, poderá deixar de ser a primeira colocada.

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