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Link Roundup – Janeiro de 2012

02fevereiro

Janeiro foi um mês realmente agitado aqui na I.ndigo, logo abaixo compilamos alguns posts e acontecimentos que marcaram o nosso mês por aqui.

I.ndigo

Para comemorar o ano que tivemos e dar o kick-off oficial de 2012, produzimos esse infográfico (lindo!) com os resultados alcançados no último ano.

Foram 29 apps produzidos em 1 ano, alguns deles só lançados neste mês, como o do Minnesota Wild que facilitou a vida dos fans do time que disputa a NHL e o Hy-Vee, já imaginou entrar em um supermercado e ter na palma da mão a localização exata dos produtos que procura?

Design & User Experience

Quando o assunto é experiência do usuário, a Nordstrom Innovation Lab deu uma aula com esse estudo de caso e, durante o mês nos deparamos com alguns apps e resources extremamente interessantes para os designers, como o Clear for iPhone, essa galeria de ícones para iOS e o design guideline lançado pelo Google.

Keep Watching

Entre os apps e tecnologias que mais chamaram nossa atenção, as Smart Tags apresentadas pela Sony na CES ganharam destaque ao apresentar uma maneira inovadora e criativa de lidar com o NFC, já a principal decepção ficou por conta do adiamento/cancelamento dos cursos online de Stanford, provavelmente causados pela renúncia do Professor Sebastian Thrun.

Mobile Trends & Mobile Business

Analisando as tendências e indicadores de mercado o, já previsível, crescimento do m-commerce em 2011 se concretizou e também ganhou destaque no nosso blog.

iOS Development

As novidades da área técnica também não ficaram de lado, o principal destaque do mês foi a nossa participação no iOS 5 Tech Talk Tour 2012 que já nos rendeu ótimos contatos e muitos frutos, inclusive para o blog, com o nosso post de reconhecimento facial e aproveitando o gancho, o artigo sobre falsas impressões do multitasking do IOS vale a pena ser lido também. Quer saber mais sobre o Tech Talk? A Apple disponibilizou alguns vídeos sobre tudo o que rolou na Tour.

Outra ótima referência, quando a dúvida é entre a escolha ente bancos dados relacional ou não relacional, é este artigo do Matin Fowler

Web Development

Nem só de mobile viverá o homem. Como resultado das nossas pesquisas em HTML5 e CSS3 encontramos essa demonstração de como simular o 3D, que nos deixou de queixos caídos. E a implementação do menu do Path em CSS também demonstra que os web mobile apps tem um futuro promissor pela frente (se você ainda não conhece o Path, vale a pena conferir, baixe aqui).

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Apps

Hy-Vee Mobile App

27janeiro

Já imaginou entrar em um supermercado e ter na palma da mão a localização exata dos produtos que procura?

Esta é apenas uma das dezenas inovações que colocamos neste aplicativo mobile para a rede de supermercados norte-americana Hy-Vee.

Inúmeras outras novidades foram inseridas no aplicativo que realmente facilitam a vida do consumidor como busca de produtos por reconhecimento de voz, cupons de desconto, receitas, etc. Vale conferir o vídeo para saber mais sobre o aplicativo e a linha de produtos I.ndigo m-Commerce.

O aplicativo, que já estava disponível gratuitamente na App Store agora também na versão Android.

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Mobile Trends & Mobile Business

M-commerce cresceu em 2011

04janeiro

O crescimento do comércio móvel no ano de 2011 mereceu destaque, assim como já havia ocorrido nos anos anteriores. A popularização dos smartphones e tablets é apontada como a grande responsável por tal expansão. Sabe-se que a adoção dos smartphones atingiu 31% nos EUA em 2011, alcançando quase 1/3 do total de consumidores. Para os tablets, a adoção alcançada foi de cerca de 11%.

Como a experiência dos usuários para compras via telefones celulares ainda é algo em desenvolvimento, pode-se notar que são os tablets que tem concentrado a maior parte dos resultados positivos, já que 49% dos usuários de tablets afirmaram ter feito compras online através deste tipo de dispositivo em 2011, número bem maior do que os 19% dos proprietários de smartphones que disseram a mesma coisa.

Esta disparidade se resume à facilidade em pesquisar produtos e dar prosseguimento à compra utilizando tablets, proporcionando uma melhor experiência. Com o surgimento de aplicações mais objetivas e fáceis de usar, este cenário deve mover-se aos smartphones, uma vez que são eles que estão sempre com os usuários onde eles vão, especialmente quando eles estão nos corredores das lojas.

A segunda grande razão pelo crescimento do comércio móvel foi o fato de que os varejistas finalmente resolveram aderir à onda móvel. Em anos anteriores eles preferiram observar à distância, visando aprender com os erros alheios até perceberem que os dispositivos móveis fornecem acesso inestimável aos clientes, que antes nem saberiam da existência de tal produto ou serviço. Além de ter uma presença móvel que direciona os usuários móveis para a loja mais próxima, os varejistas começaram a fornecer o ciclo de vida total de uma compra.

Os consumidores também tiveram um papel importante nesta evolução. Quando o conceito ainda estava em seus primeiros passos, os consumidores apresentavam-se bastante preocupados com questões ligadas à segurança. Como o comércio móvel se aproxima de atingir a massa crítica, muitos desses medos estão finalmente sendo colocados de lado.

Um exemplo prático que demonstra este crescimento do comércio móvel ao longo dos últimos 12 meses se dá quando comparados os valores de vendas móveis para o dia de Natal em 2010 e 2011. O valor total comercializado desta maneira em 2011 fora 172,9% maior do que no ano anterior. Com isto em mente, não é difícil imaginar o que deve acontecer em 2012.

Fontes: IBM e Mobile Storm

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Mobile Trends & Mobile Business

M-commerce em expansão

23novembro

Há poucos anos, as pessoas não imaginavam que a tecnologia móvel fosse expandir tão rapidamente. Muitos consideravam que a possibilidade de realizar compras e efetuar pagamentos utilizando os dispositivos móveis estaria num futuro distante. No entanto, com a grande popularização dos smartphones, o desenvolvimento da tecnologia de dados, o usuário já possui a conveniência de resolver muito de suas tarefas através do aparelho móvel e a exploração desses recursos está cada vez mais intensa.

Para se ter uma idéia, há previsões de que as compras on-line de bens e serviços feitas via dispositivos móveis devem atingir US$ 119 bilhões até 2015. Em alguns países o m-commerce já é uma realidade.No Japão, por exemplo, 50% de todas as transações digitais já ocorrem desta maneira. Nos EUA algo semelhante pode ser observado, porém em menor proporção, com 25% das transações realizadas dessa forma e forte adesão dos jovens, já que 2/3 dos americanos entre 18 e 34 anos realizam compras por meio de seus celulares sem qualquer desconfiança. A expectativa é de que essa adesão aumente para as compras de final de ano, já que 62% admitiram que incentivos móveis, tais como cupons, ofertas de descontos, alertas por texto, vales-presentes e planos de fidelidade poderiam levá-los a fazer compras por meio do dispositivo móvel.

No Brasil esse movimento ainda apresenta-se em desenvolvimento. Pode-se classificar o uso dos dispositivos como uma forte ferramenta de pesquisa e comparação, com 79% dos usuários utilizando-se dos dispositivos para busca de informações e valores de bens físicos ou digitais, mas não necessariamente para a compra final, apontando a falta de segurança das operações como principal impedimento para tal ação, algo a ser ponderado pelos pretendentes a este mercado. Nota-se a importância dos smartphones e tablets como acesso à internet e conteúdo. Com relação à segurança, esta desconfiança é considerada normal, uma vez que um fenômeno semelhante ocorreu no início do e-commerce no país. Hoje, 70% dos usuários afirmam sentir-se mais seguros para comprar na internet do que há dois anos. Este ano, 4 milhões de pessoas fizeram a sua primeira compra online, sendo que 61% pertenciam à classe C.

Apesar da insegurança inicialmente constatada, 20% dos consumidores da América Latina apresentam-se aptos para gastar mais do que 200 reais em compras móveis.

Referência no comércio eletrônico, 2% dos acessos ao Mercado Livre do Brasil já são realizados à partir deste tipo de dispositivo, o que representa 17 milhões de visualizações de página. Outro destaque vai para a aquisição de cupons em clubes de compras coletivas. No Brasil, usuários de iPhone são os que mais compram.

O segmento mobile brasileiro é marcado pela urgência no consumo e realização das atividades, dessa forma, o serviço deve ser reduzido à sua essência. A empresa que quiser obter sucesso neste novo segmento deverá combinar usabilidade perfeita com relações de confiança.

Fontes: ABI Research, e-bit, it Web, Mastercard, Mobile Entertainment Forum (MEF), Mobile Marketing Association (MMA), O2, Sybase 365 e W/McCann.

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